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Sua Misericordia pelos deficientes
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Sua Misericórdia Pelos Deficientes

Finalmente, o mundo civilizado prestou atenção aos deficientes. Isso começou depois de terem sido alvo de pontos de vista discriminatórios, corruptos, que pregavam negligenciá-los sob a falsa alegação de que os deficientes, como os mudos, os surdos, os cegos, os deficientes mentais, não trazem nenhum benefício para a sociedade. Um relatório publicado pela Organização de Trabalhadores das Nações Unidas em 2000, estimou que o número de deficientes é mais de que 610 milhões, 400 milhões dos quais vivem nos países desenvolvidos. De acordo com as estatísticas do Banco Mundial essa categoria representa 15% da população mundial.


Primeiro Objetivo da Pesquisa: Os grupos de Deficientes nas Sociedades Pré-islâmicas


Se dermos uma rápida olhada na história do Ocidente a respeito dos deficientes iremos encontrar uma espalhafatosa negligência e perseguição às pessoas deficientes que culminou na matança de bebês deficientes em algumas antigas sociedades européias, como Roma e Esparta, ou deixando-os no deserto como alimento das feras e das aves.

As falsas crenças e as superstições eram a causa principal dessa degeneração. Acreditava-se que as pessoas que sofriam de deficiências mentais são pessoas todas pelos demônios e os maus espíritos. Mesmo os filósofos e os intelectuais ocidentais tinham essas superstições. As leis de Lycurgus, em Esparta e de Solon em Atenas permitiam se livrar de quem tinha deficiência e incapaz de trabalhar e se envolver na guerra. Porém, o famoso filósofo Platão, declarou que aqueles que tinham deficiências pertenciam a uma categoria maliciosa constituindo em carga para a sociedade e um fator maléfico para a sua República. Quanto a Herbert Spencer, ele exigiu que a sociedade proibisse todo tipo de ajuda aos deficientes, alegando que essa categoria era um peso inútil para a sociedade carregar.


Enquanto isso, os árabes pré-islâmicos apesar de costumarem matar suas meninas por temerem alguma desgraça, eram de corações menos duros e mais compassivos pelos afligidos por adversidades e cronicamente doentes. Porém, evitavam dividir comida ou sentar juntos numa refeição com os deficientes.


Quando o mundo debatia entre as teorias que exigiam a execução dos mentalmente deficientes e outras teorias que pedia o seu emprego na produção de remédios, o Oriente e o Ocidente orientaram-se para a “ideia” de cuidarem dos deficientes. Nesse caso, vemos o nosso mestre e educador Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) como era a sua misericórdia para com essa categoria de pessoas. Essa é uma das dádivas do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) para se cuidar dos deficientes.


Segundo Objeto de Pesquisa: O Cuidado do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) com os Deficientes


Anas (que Deus o tenha em Sua glória) relatou que uma mulher com deficiência mental disse ao Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) que precisava falar com ele. O Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz) lhe disse: “Ó mãe de fulano, escolhe o caminho que quiser seguir para eu resolver o seu caso. Ele caminhou com ela em algumas ruas até terminar de falar.”1


Isso demonstra a sua gentileza, modéstia e paciência de servir aos deficientes.

Nisso, também: “A evidência de seu aparecimento para as pessoas e a sua aproximação deles para que os donos dos direitos os obtenham e seja orientado o que precisa de orientação, verem os seus atos e movimentos e os seguirem os responsáveis. Nisso aparece a sua paciência nas dificuldades para o bem-estar dos muçulmanos e seu atendimento aos que o procuravam por uma necessidade.”2


Nisso há indício leal da obrigatoriedade do governante cuidar os deficientes, social, econômica e psicologicamente. Que o governante deve preencher suas necessidades e garantir suas necessidades.

Entre as formas de tais cuidados incluem, mas não são restritos ao seguinte:

- Proporcionar uma vida digna para eles.

- Medicação e regulares check-ups.

- Proporcionar educação e treinamento.

- Designar algumas pessoas para cuidarem deles.

O Califa probo, Ômar Ibn Abdel Aziz (que Deus o tenha em Sua glória), atendeu ao sistema profético tolerante e emitiu uma resolução às províncias: “Enviem os nomes de todo cego, deficiente ou que possui uma enfermidade crônica que os veda de praticar a oração.” Assim foram enviados os nomes. Ele designou para cada cego um funcionário que o guiasse e cuidasse dele. Designou para cada dois enfermos e deficientes um empregado que cuidasse deles.3

Seguindo o mesmo critério, o Califa Omíade, al Walid Ibn Abdel Malik (que Deus o tenha na Sua misericórdia) fez o mesmo. Foi quem teve a idéia de constituir institutos ou centros de assistência aos deficientes. No ano de 707 da E.C./ano 88 da Hégira. Fundou uma instituição especializada nos cuidados a eles, empregou nela médicos, com salários e concedeu um salário rotativo aos deficientes, dizendo-lhes: “Não mendiguem”. Com isso, deixaram de pedir. Ele indicou um funcionário para servir o aposentado, o aleijado e o cego.4

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